segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Lançamento experimental

Isso foi só um teste. Aguardem!!!!!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Acelerador de Partículas

Mas afinal, o que é esse tal "Acelerador de Partículas"?
Os aceleradores de partículas são equipamentos que fornecem energia a feixes de partículas subatômicas eletricamente carregadas. Todos os aceleradores de partículas possibilitam a concentração de alta energia em pequeno volume e em posições arbitradas e controladas de forma precisa. Exemplos comuns de aceleradores de partículas existem nas televisões e geradores de raios-X, na produção de isótopos radioativos, na radioterapia do câncer, na radiografia de alta potência para uso industrial e na polimerização de plásticos. O estudo das partículas elementares constituintes de núcleo atômico se iniciou de um pequeno acelerador desenvolvido em 1927 pelos físicos ingleses J. D. Cockcroft e E. T. S. Walton na Universidade de Cambridge, Inglaterra. Estes cientistas através do dispositivo conseguiram realizar primeira reação nuclear induzida artificialmente ganhando assim o Prêmio Nobel de física de 1951. Além das partículas mais básicas, elétrons, prótons e nêutrons, outras também podem ser aceleradas. Por exemplo: existe a possibilidade de se acelerar partículas compostas; ou seja, partículas alfa, que são constituídas por dois prótons e dois nêutrons. O acelerador de partículas é um instrumento essencialmente construído utilizando uma fonte de partículas carregadas expostas a campos elétricos que as aceleram. Após a aceleração passam em seguida por um campo magnético que as desvia de suas trajetórias focalizando-as e controlando as direções (defletindo-as). Todos os tipos de aceleradores independentemente de seu grau de avanço tecnológico obedecem aos mesmos princípios básicos. Devido a disposição geométrica dos campos eletromagnéticos responsáveis pela aceleração das partículas, basicamente são classificados em dois tipos: cíclicos e lineares. Para que possam ocorrer às condições mais próximas do ideal, existe a necessidade de geração de vácuo de excelente qualidade na região de trânsito, evitando assim a dispersão destas pelas moléculas de gases que porventura estejam em sua trajetória.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

A Pergunta que Não Quer Calar

A QUESTÃO É:
Um garoto está nadando contra a corrente de um rio, de tal modo que permanece sempre no mesmo lugar. Realiza-se trabalho neste caso?
DISCUSSÃO:
Toda a discussão deste problema reside no problema do referencial. O "sempre no mesmo lugar" posto no enunciado refere-se ao referencial 'terra'; alguém na margem do rio está observando o garoto. Tomando-se o referencial no rio, o garoto está realizando trabalho externo, dado pela expressão WF = F.d, sendo F a força de reação exercida pela água sobre o garoto; d é o deslocamento sofrido pelo garoto em relação ao referencial-rio. Em relação ao referencial da margem, não se realiza trabalho, pois não há deslocamento. É preciso ter cuidado com a expressão: “uma esfera com velocidade v pode realizar um trabalho”. Devemos acrescentar à expressão “em relação ao referencial do laboratório”, uma vez que, se tomarmos o referencial na própria esfera, não existirá energia cinética e, portanto, ela não poderá realizar trabalho.

Resumo Expandido

Atendendo a inúmeros pedidos (e algumas ameaças) da galerinha do 3º ano, está aí a definição de resumo expandido. Um resumo expandido não é simplesmente um longo resumo. O resumo expandido deve incluir referências, comparações com trabalhos relacionados e outros detalhes esperados em um documento científico, mas não em um resumo. Um resumo expandido é um documento de pesquisa, cujas idéias e significância possam ser entendidas em menos de uma hora de leitura. Escrever um resumo expandido pode ser mais trabalhoso que um "paper" completo. Alguns assuntos que podem ser omitidos em um resumo expandido são, por exemplo, detalhes muito específicos de ensaios, descrições de futuros trabalhos, informações institucionais que não sejam relevantes à pesquisa, dentre outros. - O trabalho ideal deve instigar o avaliador nos primeiros 5 minutos de leitura, empolgá-lo nos 10 seguintes e satisfazê-lo em, no máximo, 45 minutos. Se seu resumo não atender a algum desses testes, poderá ser rejeitado, independentemente da qualidade da sua pesquisa.
DICAS PARA OS AUTORES:
  • Não comprometa a qualidade da introdução, dos exemplos e das conclusões, nem suprima figuras relevantes por causa da limitação de páginas.
  • Lembre-se de que seu trabalho será lido por muitas pessoas que não são especialistas na sua área de pesquisa. Portanto, o resumo expandido deve ser escrito de forma clara, direta e fácil de compreender, para que possa ser assimilado rapidamente. Desse modo, é mais fácil despertar o interesse do público pela pesquisa.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Por que as probabilidades de sobrevivência são as mesmas se cairmos de um andar a 50 m do solo, sem pára-quedas, ou de um avião a 3000 m de altura?

A que forças está submetido um objeto que cai no ar? Uma parte está na força de atração da Terra, o peso, e outra na força de resistência que o ar exerce. Podemos considerar o peso constante para as alturas em questão. A resistência do ar, no entanto depende da velocidade de queda. Quanto maior for a altura, maior será a resistência que o ar exerce sobre a queda do objeto. No momento em que a resistência do ar igualar o peso, a força resultante será nula e a partir de então, a velocidade se mantém constante. A esta velocidade denominamos velocidade limite ou terminal. Uma vez que o objeto alcança a velocidade limite, já não importa o tempo que continua caindo, chegará ao chão com essa velocidade. Pode-se verificar que a altura de 50 m é suficiente para que uma pessoa alcance a velocidade limite; por tanto, cair de uma altura maior não implicará em nenhum aumento de velocidade com que se chega ao chão.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Confecção do Foguete - Grupos

Acima os alunos do grupo "Titanic". Será que esse foguete sai do chão? Desenvolver um foguete de garrafa pet não é nada fácil!

Realmente um trabalho em grupo na confecção do "Segóvia 469"!

Problemas com a resistência do ar!

TRABALHO DE FÍSICA - RELATÓRIO CONSTRUÇÃO DE FOGUETES GRUPO: Thales, Kelvin, Pedro, Victor, Breno, Felipe e Leonardo. NÚMEROS: 18, 09, 14, 19, 02, 05 e 22 (em ordem). NOME DO FOGUETE: Segóvia 469 PROFESSOR: Márcio SÉRIE/TURMA: 1º ano B

PASSOS PARA CONSTRUÇÃO: Primeiramente, retiramos o fundo de uma garrafa PET - 2 litros. Em seguida, pensamos em uma solução para que o composto de vinagre e bicarbonato de sódio não vazasse para o cone e, assim, falhasse a tentativa. Elegemos usar o fundo da garrafa para evitar tal falha. Em seguida, pegamos uma cartolina verde e fizemos um cone para o foguete. Usando isopor, fizemos 3 asas que serão dispostas com um espaçamento igual entre elas. Como a rolha não encaixava no bico da garrafa, pegamos fita adesiva e a enrolamos até que ela adquirisse o tamanho necessário para encaixar em tal local. Pegamos a tampa de caneta esferográfica e encaixamos na rolha, para que, assim que o composto de vinagre e bicarbonato de sódio reaja, a tampa desprenda da rolha, lançando assim o foguete. Em papel cartolina, fizemos as letras com o nome do foguete e colamos em seu devido local.

domingo, 24 de agosto de 2008

Qual destes 2 jogos esportivos seria mais difícil de se jogar na Lua: Basquetebol ou Futebol?

Acho que o futebol seria o mais difícil e requereria muito controle dos jogadores. Porque os jogadores de futebol manipulam a bola com os pés, eles têm menos controle sobre a bola que no basquetebol. Na Lua, a bola em uma partida de futebol teria muitos movimentos descontrolados. A bola quase nunca entraria em contato com o chão. Também acho que os goleiros gostariam de jogar na Lua porque poderiam saltar para todos os lados. Basicamente, o futebol seria mais difícil porque controlar a bola com seus pés conduziria a movimentos mais inesperados.Penso que os jogadores de basquetebol teriam grande satisfação em jogar na Lua. Já que é um jogo de altura, e agora eles poderiam saltar facilmente. Assim nós veríamos uma grande partida. Os jogadores não teriam dificuldade para acertar a cesta. Eles pouco se moveriam para trás e o lançamento teria a força deles multiplicada por seis.